O Brasil (é)ditado

Lançamento

Coleção Jornalismo Audiovisual Volume 1

Organizadores: Flávio Porcello, Alfredo Vizeu, Iluska Coutinho
ISBN: 978-85-7474-607-4
Páginas: 312 il.
Peso: 420g
Ano: 2012

Com este primeiro volume O Brasil (é)ditado inaugura-se aColeção Jornalismo Audiovisual, que se propõe a abordar regularmente temas desafiadores da televisão no Brasil e no mundo.
A grande audiência e a influência política e cultural desta mídia em nossa sociedade aliada ao propósito de compartilhar a evolução científica de suas pesquisas é que leva um grupo de profissionais egressos de redações de telejornalismo, e que hoje atua na universidade brasileira, a propor este conjunto de obras. Assim, aproximam teoria e prática num esforço de contribuir para melhorar a qualidade da informação visual e sonora transmitida diária e incessantemente a nossa população.

A Coleção Jornalismo Audiovisual foi idealizada em encontros científicos de integrantes da Rede Internacional de Pesquisadores em Telejornalismo da Rede Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). Seu primeiro título O Brasil (é)ditado – materializou-se a partir do 1º Encontro Jornalismo e Sociedade, promovido em Recife pelo Programa de Associação Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco.
Neste volume de abertura temos uma coletânea de artigos, produzidos por 15 doutores, doutorandos e mestres de Programas de Pós-Graduação de cinco universidades brasileiras, agrupados em eixos temáticos distribuídos em quatro seções:
A primeira seção, “Identidades regionais e raízes culturais do Brasil na TV”. A segunda, “O telejornalismo no Brasil: público e audiências”. A terceira, “Linguagem e formatos: as estratégias do jornalismo audiovisual”. |E finalizando, “Telejornalismo e Poder: o ritual diário da política na TV”.

A importância das publicações exigiu um categorizado Conselho Editorial, integrado por professores doutores de nosso país e do exterior, que afiançam esta oportuna Coleção Jornalismo Audiovisual.

Autores/as

Iluska Coutinho
Christina Ferraz Musse
Raruza Keara
Renata Echeverria
Alfredo Vizeu
Heitor Rocha
Jhonatan Mata
Águeda Cabral
Fabiana Siqueira
Débora Bresciani
Flávio Porcello
Roberto Ramos
Débora Lapa Gadret
Gilze Bara
Fernanda Nalon Sanglard
Coleção Jornalismo Audiovisual

Local: Livraria Jaqueira, Praça da Jaqueira, Recife, Pernambuco
Horário: 18h (de Pernambuco)
Data: 25.10.2012

Grupo participa do Seminário Internacional de Telejornalismo em Salvador

O Grupo de Pesquisa Jornalismo e Contemporaneidade apresentará trabalho no Seminário Internacional de Telejornalismo, de 23 a 26 de agosto, na cidade de Salvador.
O grupo formado por Alfredo Vizeu, Águeda Cabral, Heitor Costa Lima, Giovana Mesquita e Renata Echeverria participam do GT 3 – Novas Tecnologias e Produção de Sentido no Telejornalismo, com o artigo: Edição digital e produção de sentidos nas narrativas noticiosas da TV.
Confira Programação Geral:
Seminário Internacional Análise de Telejornalismo:desafios teórico-metodológicos
23 a 26 de agosto de 2011

Obs.: Todas as atividades serão realizadas nas dependências da Facom/UFBA.

23 de agosto de 2011 (terça-feira)
Credenciamento e Recepção dos participantes: a partir das 13 horas.

Abertura do Seminário: 14 horas
Mesa I. 14h30 às 17h30
Lançamento de livros: 17h30

24 de agosto de 2011 (quarta-feira)
Mesa II. 14h às 17h
Encontro dos GTs: 17h30 às 20h

25 de agosto de 2011 (quinta-feira)
Mesa III. 14h às 17h
Encontro dos GTs: 17h30 às 20h

26 de agosto de 2011 (sexta-feira)
Mesa IV. 14h às 17h
Encerramento

Encontro de Grupos de Trabalho

Quarta-feira, dia 24 de agosto, 17h30.

GT 1. Desafios da pesquisa empírica.

1. Graça Penha Nascimento Rossetto, Rafael Cardoso Sampaio, Samuel Anderson Rocha Barros, Marília Duarte de Ávila. Telejornalismo, Agenda-Setting e Twitter: possibilidade metodológica para o teste de efeitos comportamentais.

2. Edinaldo Araujo Mota Junior. Modo de endereçamento do Teleberri, da ETB2: estilo e posição de sujeito para análise da identidade basca.

3. Cárlida Emerim & Antonio Brasil. Por um modelo de análise de conteúdo dos telejornais universitários.

4. Valquíria Aparecida Passos Kneipp. O processo de Gatekeeping no telejornalismo – um estudo do uso do twitter no Jornal Nacional.

5. Antonio Brasil. Dificuldades, limites e novas propostas para o acesso livre aos arquivos de telejornalismo brasileiros.

GT 2. Metodologias de análise de telejornalismo.

1. Jaqueline Esther Schiavoni. Relações audiovisuais: em busca de uma metodologia de análise.

2. Gabrielli Siqueira Dala Vechia. A comunicação como circuito: quando entender o telejornalismo transcende os pólos da produção e recepção.

3. Valéria Maria S. Vilas Bôas Araújo. A continuidade do tempo relatado: a serialidade enquanto articuladora entre o jornalismo e a vida cotidiana.

4. Antônio Augusto Braighi. Análise de Telejornais em Minas Gerais: Observações sobre a estrutura dos programas a partir da Análise de Conteúdo e possibilidades para a Análise do Discurso, em um modelo combinado.

5. Phellipy Jácome. Tensões entre ficção e não-ficção no mundo possível do Jornal Nacional.

GT 3. Novas tecnologias e produção de sentido no telejornalismo.

1. Dannilo Duarte Oliveira. Processos de convergência e modos de endereçamento na TV UOL.

2. Júnia Cristina Ortiz Matos & Edson Fernando Dalmonte. Os bastidores da realidade e a realidade dos bastidores: efeitos de real no site JN Especial.

3. Juliano José de Araújo. Regimes de sentido no telejornal: da semiótica dos discursos enunciados à semiótica das experiências sensíveis.

4. Juliana Freire Gutmann. Testemunhos audiovisuais amadores no telejornal: inversão poética do princípio de certificação do real?

5. Alfredo Eurico Vizeu Pereira Júnior, Águeda Miranda Cabral, Heitor Costa Lima da Rocha, Giovana Mesquita e Renata Echeverria. Edição digital e produção de sentidos nas narrativas noticiosas da TV.

Quinta-feira, dia 25 de agosto, 17h30.

GT 4. Telejornalismo e identidade.

1. Roberto Reis de Oliveira. Mídia e região: o regional performativo na programação jornalística da TV TEM.

2. Priscilla Andreata. A pátria em chuteiras no Jornal Nacional durante a Copa de 2006: decifrando o discurso sobre o futebol como símbolo da identidade nacional.

3. Italo Oliveira. TeleSUR Noticias e o modo der ver os latino-americanos.

4. Marcelo do Nascimento Melchior. Gênero, cultura e hibridização no programa A`uwe da Tv Cultura.

5. Evelyn Iris Morales Leite Conde & Lilian Reichert Coelho. Telejornalismo, Discurso e Gênero: desafios na análise da representação das mulheres rondonienses.

GT 5. Telejornalismo e entretenimento.

1. Carla Simone Doyle Torre.Entre o telejornal e a revista eletrônica: considerações sobre o infotenimento em Jornal do Almoço.

2. Luciana Rodas Vera e Verena Paranhos Moreno Batista. Estratégias do melodrama em reportagens exibidas em revistas eletrônicas dominicais.

3. Jussara Peixoto Maia. Telejornalismo no mundo cor de rosa do Manhã Maior.

4. Marília Moreira e Renato Oselame. Profissão Repórter: um estudo de mudança de formato e trânsito entre genros a partir do modo de endereçamento.

Sexta-feira, dia 26 de agosto, 17h30.

GT 6. Jornalismo, discurso e produção telejornalística.

1. Aline Silva Corrêa MAIA. O Telejornalismo no Brasil na Atualidade: Em Busca do Telespectador.

2. João Luis de Pinho Carvalho. Efeito de tudo ver: Imagens, transparências e autenticidade no telejornalismo.

3. Allana Meirelles Vieira.A edição do telejornalismo público – uma análise do Repórter Brasil.

4. Raíza Rocha Teixeira. Jornalismo custe o que custar: Uma análise sobre o cenário de disputa entre os discursos legitimadores da ideologia jornalística contemporânea.

5. Washington José de Souza Filho. Memórias do telejornalismo na Bahia – um olhar para o passado, em busca da compreensão do futuro.

GT 7. Telejornalismo e sociedade.

1. Michele Negrini. A produção de sentidos sobre morte no telejornalismo.

2. Fernanda Nalon Sanglard. Angústia da atenção e guerra contra o crime: A cobertura do Jornal Nacional sobre ações de traficantes e a tentativa de pacificação nos morros do Rio de Janeiro.

3. Rodrigo Barbosa e Silva. A construção da violência no telejornalismo popular brasileiro.

4. Thiago Guimarães. A luta pela visibilidade na campanha Ficha Limpa: osenquadramentos nos telejornais da Rede Globo.

5. Vanessa Veiga de Oliveira. Jornal Nacional e a tematização de violações aos Direitos Humanos.

 

SBPJor 2011 divulga chamada de trabalhos

A Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) divulgou hoje a sua chamada de trabalhos para o seu encontro anual, que acontece em novembro no Rio de Janeiro. Veja:

Tema: “Jornalismo e Mídias Digitais”
Rio de Janeiro, Brasil – 3 a 5 de novembro de 2011

1. Modalidades de apresentação:
Os trabalhos poderão ser encaminhados na forma de Comunicações Livres ou Comunicações Coordenadas.

2. Comunicações Livres:
O autor deve encaminhar o texto completo, que deve conter de 20 mil a 35 mil caracteres (com espaço), já inclusas as referências bibliográficas e notas de rodapé. São obrigatórios os seguintes itens: título, resumo de até 10 linhas, 5 palavras-chave, resumo do currículo do autor em até 3 linhas (incluindo sua vinculação institucional). O texto deve ser redigido em fonte Times New Roman, corpo 12, entrelinhamento 1,5. Citações recuadas devem ser redigidas em corpo 10, espaço simples.

O autor deve redigir seu texto utilizando o modelo elaborado para o encontro. O modelo está disponível para download na página da SBPJor.

O tamanho total do arquivo não deve exceder 2 Mb (dois megabytes).

3. Comunicações Coordenadas:
As Comunicações Coordenadas poderão ser propostas por associados plenos (doutores) da SBPJor. Cada Coordenada deve ter de quatro a seis trabalhos, com pelo menos três autores doutores de diferentes instituições. O proponente deverá ser um dos autores. São obrigatórios os seguintes itens: título da Comunicação Coordenada, ementa que sintetize e justifique a proposta da Comunicação Coordenada (10 a 15 linhas), 5 palavras-chave. Todos os textos que compõem a Comunicação Coordenada deverão ser encaminhados completos, seguindo as mesmas regras estabelecidas para as Comunicações Livres no item 2 (incluindo resumo, palavras-chave e currículo resumido do autor).

4. Prazo e forma de encaminhamento:
Os trabalhos serão recebidos de 01 de junho a 22 de julho de 2011, através da página http://www.sbpjor.org.br/artigos2011/. Não é necessário pagar inscrição para submeter trabalhos, apenas para apresentá-los, se aprovados, no encontro.

5. Seleção:
As Comunicações Livres que estiverem adequadas às regras estabelecidas no item 2 serão avaliadas em seu mérito científico por pelo menos dois pareceristas indicados pela Diretoria Científica entre os associados plenos (doutores) da SBPJor. Serão consideradas aprovadas as comunicações que receberem dois pareceres favoráveis. Casos de empate serão decididos por um terceiro parecerista ou, na falta de tempo hábil, pela diretora científica. Trabalhos que estiverem fora do tamanho e/ou não cumprirem os itens obrigatórios não serão submetidos à avaliação.

As Comunicações Coordenadas que estiverem adequadas às regras estabelecidas nos itens 2 e 3 serão avaliadas em seu mérito científico por pelo menos dois membros do Conselho Científico da SBPJor ou da Diretoria Executiva da entidade. Serão aprovadas as comunicações que receberem dois pareceres favoráveis. Casos de empate serão decididos por um terceiro membro do Conselho Científico ou, na falta de tempo hábil, pela diretora científica. A proposta de Coordenada poderá ser aprovada no todo ou em parte, havendo possibilidade de recusa individual. Se os trabalhos não forem aprovados como Coordenada, mas o forem individualmente, serão automaticamente distribuídos entre as Comunicações Livres.

Todos os trabalhos serão enviados aos avaliadores sem identificação de autoria, gerando “pareceres cegos”.

6. Critérios de avaliação:
O trabalho será avaliado sob os seguintes critérios gerais: pertinência ao campo da pesquisa em jornalismo, relevância científica, explicitação do problema ou objetivo, adequação e atualização da bibliografia, qualidade da reflexão teórica, explicitação e consistência da metodologia (quando pertinente), domínio da linguagem científica, adequação do título e das palavras-chave ao objeto de estudo.

7. Observações:
7.1. Os trabalhos necessariamente devem ser inéditos. Por inéditos, compreendem-se textos que não foram publicados ou divulgados em qualquer tipo de suporte, nem apresentados em outros congressos científicos. O autor que descumprir esta regra, e por ventura tiver seu trabalho selecionado e incluído nos anais do 9º. Encontro, ficará automaticamente impedido de apresentar trabalho no 10º.Encontro da SBPJor.

7.2. Cada autor só pode submeter um trabalho, em autoria única ou co-autoria. Não é permitido ao mesmo autor participar simultaneamente de uma Comunicação Coordenada e de uma Comunicação Livre, mesmo em co-autoria.

7.3. Trabalhos de graduandos só serão aceitos em regime de co-autoria com pesquisadores que tenham, no mínimo, título de mestre.

8. Resultados:
Os resultados da seleção serão comunicados aos autores das Comunicações Livres e aos proponentes das Comunicações Coordenadas até 5 de setembro de 2011. Os trabalhos serão aprovados ou recusados, não havendo aceite condicionado a reformulações.

9. Inclusão nos anais:

Só será incluído nos anais o trabalho do autor que efetivar sua inscrição no congresso até o dia 10 de outubro de 2011.